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Gel para Disfunção Erétil

A partir de o lançamento do Viagra, em 1998, a farmacêutica Pfizer acumulou cifras estratosféricas — de lá para cá, foram vendidos 3 bilhões de unidades da drágea em forma de losango destinada à disfunção erétil. No Brasil, o número chegou a 130 milhões. Nenhum medicação, ao longo da história, teve tanto sucesso em seus três primeiros meses para toda a vida, dadas as milagrosas alcançadas promessas — mas até do que a aspirina as estatinas para o controle do colesterol. Foi uma revolução comportamental de mercado que atinge, agora, outro patamar. O planeta róseo da pílula azul está chegando no final. Em mocidade de 2020 expira a última patente que autorizou a exploração exclusiva. O resultado será uma leva de novos tratamentos para um mercado global de 300 milhões de homens preocupados com o desempenho sexual. Por isso foi criado um gel chamado Thoraviril V12.

Thoravil O que é? Como Funciona?

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O Thoraviril funciona mesmo?    “Inauguraremos, pela primeira vez a partir de o aparição do Viagra, uma avenida de terapias inovadoras”, diga a psiquiatra Carmita Abdo, mestra da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) coordenadora do Programa de Estudos em Libertinagem do Enfermaria das Clínicas. No conjunto de métodos noviços há cirurgias, injeções de compostos, produtos tópicos até choques elétricos. Um dos mas curiosos promissores é um gel à sustentação do veneno da aranha-armadeira, bastante geral no Brasil, capaz de induzir a ereção em poucos minutos (veja o imagem ). Produzido pela Universidade Federalista de Minas Gerais por técnicos da Instauração Ezequiel Dias, de Belo Horizonte, em parceria com empresa de desenvolvimento de medicamentos Biozeus, o gel é inspirado em um mecanismo organico. A picada do aracnídeo deve provocar o priapismo, ereção involuntária nota que, não é tratantada, se torna um estrada para a necrose do pênis. Os estudiosos conseguiram reproduzir uma molécula baseado na toxina, porém sem toxicidade.

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Há um detalhe geral a unir as recentes tentativas — elas driblam, ou quando menos procuram driblar, as reações indesejadas do Viagra. Agem localmente não ocasionam dor de testa, enjoo ou ondas de calor, efeitos colaterais conhecidos do remédio que nasceu como um vasodilatador para complicações cardíacos. O uso do Viagra, ressalve-se, é desaconselhado a doentes graves do coração ou do fígado homens com pressão baixa. Outro paisagem positivo das versões que começam a chegar: elas não precisam ser aplicadas logo de antemão das relações sexuais. Pequeno número de das medicações em estudo autorizam que o paciente se submeta a cuidados esporadicamente.

INÍCIO – Pregão de anticoncepcional nos EUA: propaganda de paladar duvidoso ./.
O alcance da pulverização de novas formas para combater um genuíno drama masculino deve ser ainda mas extenso que o do Viagra. Estudos recentes mostraram que em 30% dos casos de disfunção erétil o comprimido não é indicado — é esse espaço que será ocupado. Aliás, as alternativas que não pressupõem a ingestão química podem transportar-se a reduzir um fenômeno paralelo, evidentemente ruim: com o tempo, marmanjos saudáveis de 20 poucos anos, no início da vida sexual, não pessoas já de meia-idade, adotaram o santo graal anil para progredir o desempenho na leito, no chamado uso divertido da droga. Para essa turma, as soluções da era pós-Viagra podem ser mas adequadas. Diga Flavio Trigo, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo: “Prolongar uma ereção normal à expensas do remédio deve prejudicar o lona peniano tornar essas pessoas na verdade dependentes do fármaco”.

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Não vai ter, todavia, mesmo que todos e cada um dos avanços científicos, nenhum mecanismo capaz de provocar a estrondosa revisão de atuação acelerada pelo Viagra, com sua riqueza de aspectos positivos negativos. Ao mourejar com a ereção como quem combate uma dor de carola, a Pfizer deflagrou um diálogo que vivia à sombra, silencioso. O orgulho masculino impedia gênero de de fale sobre insuficiência — com as companheiras, sem questionamento, porém também com os médicos. Isso mudou, os efeitos transbordaram. Na última década, em secção em frente à real possibilidade de aplacar a disfunção sexual, homens mulheres se sentiram autorizados a procurar novos colaboradores, o número de divórcios aumentou 126,9% no planeta todo. Estudo publicado no reputado Annals of Internal Medicine mostrou ainda que senhores na maturidade que usam remédios a insuficiência sexual como o Viagra correm mas risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis, em confrontação com os que não utilizam esses medicamentos. Nos Estados Unidos, como o Meio de Controle Prevenção de Doenças, havia, no lançamento do Viagra, três novos casos de doenças ligadas ao sexo para qualquer 10 000 homens de 40 anos. Hoje em dia, o número é o duplo. A pílula azul, evidentemente, não deve ser responsabilizada por todas e cada uma das mudanças. Porém sua impacto é inegável. Um expressão com sentido aproximado de liberdade que deve ser comparado àquela promovida pela pílula anticoncepcional feminina. Diga a psiquiatra Carmita Abdo: “O Viagra modificou a postura sexual masculina nos anos 2000 de forma semelhante ao que fez o contraceptivo na década de 60 com as mulheres”. Que venha a próxima revolução.

Com as mulheres é dissemelhante

ANOS 60 – Virginia Masters: o par detalhou mecanismos sexuais femininos Leonard McCombe/The Life Picture/Getty Images
A vida sexual da senhora possui a magnitude a complicação das grandes sinfonias — para os homens, é fácil como uma sonata. A engrenagem da libido feminina continua sendo um extensa mistério. A lubrificação do corpo é regida por uma delicada orquestra de hormônios, neurotransmissores, receptores cerebrais outros tantos elementos ainda desconhecidos da ciência. Afora as reações bioquímicas, o libido depende do humor, do stress cotidiano, da no parceiro. , invariavelmente, o desinteresse pelo sexo deve ser resultado do uso de anticoncepcionais, cujos efeitos colaterais são a redução da libido, os distúrbios do a menopausa.

Somente bastante ultimamente a ciência começou a estudar o corpo da senhora. Nos anos 1930, o biólogo estadunidense Alfred Kinsey intuiu que o clitóris, não o ducto vaginal, era o gatilho do prazer feminino. Na década de 60, a psicóloga Virginia Johnson o ginecologista William Masters entenderam os mecanismos da lubrificação vaginal do orgasmo — daí a revelação da possibilidade de a senhora ter múltiplos orgasmo. Deu-se o lançamento da pílula anticoncepcional, no início dos anos 1960, que serviu de lábaro libertadora, porém pouco se avançou na busca de medicamentos que facilitassem o prazer, como a drágea azul para os homens. A partir de 2014, porém, essa extensão de investigação cresceu, com a aprovação de pequeno número de fármacos — logo batizados de “Viagras femininos”.

Ultimamente, o Vyleesi foi autorizado pela FDA, o órgão regulador ianque de remédios, para o tratamento de mulheres em uma situação especial: na pré-menopausa, com o transtorno do libido sexual chamado hipoativo. A quesito, que afeta 7% da população feminina, é a falta cronica de libido. A substância potencializa a oferta de dopamina no cérebro, neurotransmissor associado à sensação de muito-estar. O resultado da ação é tímido: 25% das mulheres que participaram dos estudos relataram aumento considerável do libido sexual, no conjunto placebo o índice foi de 17%. Em 2015, deu-se o aval para outra droga, em formato de comprimido rosa, o Addyi. O remédio atua pois aumente a liberação de dopamina também reduza a quantidade de serotonina, relacionada à subtracção do interesse sexual. A droga provoca efeitos colaterais fortes, como náuseas, vômito dor de moleira. A atividade sexual para as mulheres não é, definitivamente, farra.

 

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